13/02/2019

O rio Tejo, no seu eixo central e em muitos dos seus afluentes, está à beira do colapso ambiental




"O rio Tejo, no seu eixo central e em muitos dos seus afluentes, está à beira do colapso ambiental".


Assim começa o MANIFESTO EM DEFESA DE UM TEJO VIVO, como conclusão do 3º Fórum Ibérico do Tejo, realizado em Toledo, em 7 e 8 Fev., com a participação de representantes portugueses.


Ler e partilhar é um contributo para a defesa de um Tejo vivo.


Está tudo em


https://movimentoprotejo.blogspot.com/2019/02/protejo-no-3-forum-iberico-do-tejo.html


3º Forum Ibérico do Tejo, no qual participou o proTEJO, em Toledo-7 e 8 Fev2019



31/10/2018

SEMINÁRIO PARA A RECUPERAÇÃO DO RIO TEJO E SEUS AFLUENTES - APRESENTAÇÕES E CONCLUSÕES

Amigos,

No dia 27 de Outubro 2018 realizou-se o "TEJO VIVO – SEMINÁRIO PARA A RECUPERAÇÃO DO RIO TEJO E SEUS AFLUENTES”.

Foi uma importante reunião, que juntou pessoas de diversas proveniências e visões sobre o estado em que se encontra o grande rio e os seus afluentes, e que teve organização do proTEJO – Movimento pelo Tejo, em parceria com a Câmara Municipal de Abrantes e a Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo.

Os painéis temáticos foram os seguintes:

1º Painel – O regime de caudais e o estado ecológico na Convenção de Albufeira

2º Painel – A escassez de água na bacia do Tejo em situação de seca periódica e alterações climáticas.

Para conhecer as conclusões, clicar em


Saudações ecologistas,

Movimento Ecologista Vale de Santarém.




Rio da Quinta - um espaço da natureza e da história do Vale de Santarém, finalmente reabilitado

Foi no passado dia 18 de Outubro, conforme anunciado, que terminaram os trabalhos de reabilitação deste espaço, o qual, também como salientámos em publicações anteriores, é um daqueles que, no Vale de Santarém, mais memórias positivas traz aos valesantarenos e a todos os que se habituaram a usá-lo e a acarinhá-lo, por ser um recanto histórico, de eleição.

Com a atenção do nosso Movimento, que veio insistindo, tal como muitos valesantarenos, na limpeza e recuperação deste ponto de grande importância para a vila, como são outros ao longo do nosso "rio", e depois de estar previsto para o ano passado, o trabalho, desenvolvido pela Junta de Freguesia e com a orientação dos serviços próprios da Câmara Municipal, veio decorrendo desde há uns meses. Feita a limpeza geral, depois foi a segunda fase dos trabalhos, tendo, em ambos os períodos, havido também a colaboração da nossa parte, com sugestões sobre o que se deveria fazer e, ainda, acção concreta, no terreno.

O que resultou foi o que se pode ver nas imagens, ou seja, uma reabilitação que agrada bastante aos que já visitaram o local, o que aconteceu logo no próprio dia 18, quando se procedia ao fim dos trabalhos. 

Realce também para o facto de ali ter sido colocada uma placa contendo duas quadras com versos de João d'Aldeia, poeta do Vale de Santarém, cujo conteúdo tão bem se enquadra na história do local, como se pode ler. Estas quadras foram escolhidas por Regina Pinto da Rocha e Victor Pinto da Rocha, membros da recém-criada Associação Cultural Vale de Santarém-Identidade e Memória e sugeridas ao presidente da Junta de Freguesia do Vale de Santarém, que as acolheu com gosto, para ficarem no local. Veja-se ainda que, por sugestão e acção de membros do nosso Movimento, foram obtidas e colocadas pedras grandes junto ao leito, lembrando que aquele local era um dos lavadouros públicos de roupa, que as mulheres usavam todos os dias, ao longo do ano, desde há muitas décadas, ninguém saberá dizer desde quando...

Terminada com sucesso a recuperação deste emblemático ponto do nosso ribeiro (a que continuamos a chamar "rio") uma acção pela qual nos batemos praticamente desde a nossa constituição (em 2013)  importa que se mantenha limpo e apresentável, pois certamente os valesantarenos e os que nos visitam gostarão de o ver como um símbolo, um exemplo positivo, agradável, da nossa terra. E, para esse objectivo, para além da Junta de Freguesia, todos têm de contribuir, não maltratando o que agora foi recuperado e beneficiado, que deve ser mantido como se fosse o nosso quintal ou a nossa própria casa. 

Vale a pena insistir na recuperação e beneficiação dos nossos espaços públicos e, pela nossa parte, outros pontos devem ser igualmente limpos e reabilitados, ao longo deste tão importante curso de água. Sabemos porém que em certos pontos tem havido algum desrespeito pelo ribeiro, não só porque para ele se deitam lixos e águas de lavagens de todo o tipo, assim como haverá desvios e retenções de água, que transformam o ribeiro em coutada de alguns. 

Ora, um curso de água, seja grande ou pequeno, deve correr livre e servir, sem ser prejudicado, todos os que estão nas suas margens, até à foz, sem lagoas para onde sejam desviadas as suas águas, ou manilhas que contribuam para criação de lodos e assoreamentos, como foi referenciado recentemente. Tudo isso é ilegal. Iremos estar atentos, para que tal não continue a acontecer. 

A Coordenação

Alfredo Lobato, Carlos Jorge Calheiros, Carlos Vieira, Francisco Ferreira, Manuel Sá, Pedro Adriano, Virgílio Pereira.

Como estava o "Rio da Quinta" em 2017. Vale de Santarém.


A ÚLTIMA FASE DOS TRABALHOS DE REABILITAÇÃO
Vale de Santarém-Reabilitação do lugar de "Rio da Quinta"
Fase final-18Out2018

Vale de Santarém-Reabilitação do lugar de "Rio da Quinta"
Fase final-18Out2018

Vale de Santarém-Reabilitação do lugar de "Rio da Quinta"
Fase final-18Out2018

Vale de Santarém-Reabilitação do lugar de "Rio da Quinta"
Fase final-18Out2018

Vale de Santarém-Reabilitação do lugar de "Rio da Quinta"
Fase final-18Out2018

Vale de Santarém-Reabilitação do lugar de "Rio da Quinta"
Fase final-18Out2018

Vale de Santarém-Reabilitação do lugar de "Rio da Quinta"
Fase final-18Out2018

Vale de Santarém-Reabilitação do lugar de "Rio da Quinta"
Fase final-18Out2018

Vale de Santarém-Reabilitação do lugar de "Rio da Quinta"
Fase final-18Out2018


Vale de Santarém-Reabilitação do lugar de "Rio da Quinta"
Fase final-18Out2018

Vale de Santarém-Reabilitação do lugar de "Rio da Quinta"
Fase final-18Out2018-Três gerações da família de Elisa Costa compareceram...

Vale de Santarém-Reabilitação do lugar de "Rio da Quinta"
Fase final-18Out2018. A Mariana Sá Patrício também esteve presente
e ajudou na plantação de novos arbustos

Vale de Santarém-Reabilitação do lugar de "Rio da Quinta"
Fase final-18Out2018. Findo o trabalho, a inauguração...

Vale de Santarém-Reabilitação do lugar de "Rio da Quinta"
Fase final-18Out2018. Foto quase final...

Vale de Santarém-Reabilitação do lugar de "Rio da Quinta"
Fase final-18Out2018. Membros do Movimento Ecologista do Vale de
Santarém que deram contributo ao longo do processo de limpeza e
reabilitação do espaço.






14/10/2018

DIA 18 OUTUBRO, RIO DA QUINTA, NO VALE DE SANTARÉM, VOLTA A TER VIDA





Vai ser no dia 18 deste mês de Outubro o acto oficial de abertura à população do Vale de Santarém e outros interessados, do recuperado espaço do histórico “Rio da Quinta”. Já antes havia sido liberto da grande quantidade de silvas, árvores, arbustos diversos e muito lixo que o tapavam quase por completo mas, com a continuação da orientação dos trabalhos, por parte de especialistas da Câmara Municipal de Santarém e a execução a cargo de elementos ao serviço da Junta de Freguesia e com a coordenação desta, mais recentemente foram continuados os trabalhos de recuperação e beneficiação, de modo a transformar aquele espaço num ponto limpo, asseado, com uma nova imagem, recuperando, pelo menos simbolicamente, aquela riqueza natural e histórica que transformaram o sítio num dos mais representativos emblemas do Vale de Santarém.

É motivo, pois, para estarmos satisfeitos, e aqui o afirmarmos, claramente. Com esta beneficiação a nossa vila fica mais conforme o que se espera que seja, para os que nela vivem e os que por ela passam. Importa, e muito, que este exemplo seja respeitado, protegido e valorizado por todos, pois é a recuperação de algo muito importante da longa história da nossa comunidade, símbolo e espaço de vida de muitas gerações de valesantarenos, sendo também um incentivo para outras recuperações em espaços de natureza pública, na nossa terra, que muito disso carecem, para bem de todos.

Pela nossa parte, tendo assumido este objectivo praticamente desde a nossa constituição como Movimento Ecologista, entendemos que foram bem-sucedidos os nossos alertas para o estado de degradação que ali estava a acontecer e as sugestões que fomos dando para que algo deste tipo se concretizasse. 

De facto, publicámos aqui, no nosso blogue alguns artigos sobre o assunto, nomeadamente:

NO ÂMBITO DO PLANO DE ACTIVIDADES DE 2016, EM 8 MARÇO 2016, conforme pode ser lido em:

VAMOS LIMPAR O “RIO DA QUINTA”, NO VALE DE SANTARÉM – EM 5 MAIO 2017 – para ler, clicar em:

COMEÇOU A LIMPEZA DO “RIO DA QUINTA” – EM 10 ABRIL 2018 – Para ler, clicar em:

Mas não fizemos só comunicados: falámos com o presidente e outros membros da Junta de Freguesia e, ainda que consoante as nossas possibilidades, demos colaboração na fase inicial de limpeza do espaço, tendo ainda contribuído com ideias sobre o que nele devia figurar, do ponto de vista histórico, para o que também colhemos opiniões de membros da recém constituída Associação Cultural Vale de Santarém-Identidade e Memória, pois nesse capitulo da história da nossa terra é a associação mais vocacionada.

Agora que vai acontecer a devolução à população daquele emblemático espaço da natureza e da nossa história, bom será que o consigamos proteger e preservar, pois qualquer elemento do nosso património é uma mais valia para cada cidadão da nossa comunidade, e não só – também o é para aqueles que não vivem no Vale de Santarém.

Por tais razões, porque é de satisfação que se trata, e também pela razão de que aquele é espaço de todos nós, sugerimos que os valesantarenos que o possam fazer compareçam no acto do dia 18 deste mês, às 15 horas, para tomarem parte na apresentação final do espaço recuperado. Pela nossa parte, lá estaremos.

A Coordenação do Movimento Ecologista do Vale de Santarém.


Foto do "rio da Quinta", local de lavagem de roupa, de data desconhecida.
Foto do "rio da Quinta", de 2016, já muito tapado e degradado.

Foto do "rio da Quinta", em Abril 2018, já em fase de limpeza.

Foto do "rio da Quinta", em Abril 2018, já em fase de limpeza.











03/06/2018

Nova caminhada, no Vale de Santarém, em 16 de Junho

Após a bem sucedida realização de dia 20 de Maio, em que tivemos mais de 70 caminheiros, com pessoas de todas as idades, vamos voltar aos campos fronteiros ao nosso Vale de Santarém, para proporcionar nova caminhada em ambiente de Natureza, que é o nosso principal objectivo.

Esta caminhada terá início no jardim da urbanização da Quinta da Mota, junto ao café Caso Pensado, na vila de Vale de Santarém. Pede-se comparência e inscrição no local a partir das 8H30. O início da caminhada é às 9 horas - cartaz, abaixo.

Vamos caminhar em direcção à muito antiga ponte do Vale, sobre o rio Maior, também chamado de vala de Asseca ou vala real de Azambuja, passando antes pela histórica quinta de Santo António. 

Depois de atravessarmos o rio na ponte do Vale, seguiremos pela estrada do campo, que liga o Vale a Porto de Muge, mas muito antes desviamos para a direita e havemos de andar junto à também histórica Quinta da Fonte Bela. 

Vamos depois tomar o caminho da longa "estrada dos marmeleiros", por entre vinhedos e outras culturas, passando por antigas quintas, com regresso ao ponto de partida, após 10 km de marcha.

Não somos organizadores de caminhadas, somente. Fazemo-lo para proporcionar os benefícios de uma actividade ao ar livre, mas também com o objectivo de ajudar a sentir e a conhecer a importância do ambiente de Natureza, para a dar a conhecer. Quem não a conhece, quem com ela não contacta (mas realmente) está mais longe de a compreender e de ajudar na sua protecção e preservação. 

Os tempos que correm são bem elucidativos dos males que, sobretudo os humanos, têm provocado ao nosso planeta, por desrespeitarem as suas regras, o seu sistema próprio, que todos os dias, sem parança, está a ser destruído, com os graves riscos que os especialistas e muitos outros não se cansam de mencionar.

É nesta perspectiva que realizamos mais esta caminhada, certos de que, desta forma, contribuímos para o nosso objectivo, que deve ser universal, de 

DEFESA E PROTECÇÃO DO MEIO AMBIENTE. NECESSÁRIO. URGENTE. 


A Coordenação do Movimento Ecologista do Vale de Santarém.

Alfredo Lobato, Carlos Jorge Calheiros, Carlos Vieira, Francisco Ferreira, Manuel Sá, Pedro Adriano, 
Virgílio Pereira.






11/05/2018

Nova caminhada em 20 de Maio

Correspondendo à solicitação de Vale Santarenos e de pessoas de outras localidades, que também começaram a participar, decidimos realizar em Maio e Junho novas caminhadas. Quanto aos restantes meses do ano, temos em mente fazer caminhadas em Setembro, Outubro e Novembro, em datas a anunciar.

A caminhada de 20 de Maio é, também, em ambiente de natureza. São mais de 8km, em percurso novo, na zona do "campo do Vale", entre vinhedos e outras plantações, que certamente vai agradar. Todas as indicações estão no cartaz abaixo. Não é preciso fazer inscrição: basta aparecer.

As caminhadas que realizamos têm por fim promover o contacto com os elementos da Natureza, o convívio e a saúde, ao mesmo tempo que permitem a observação do espaço e a constatação de que ainda há muito para ajudar a compreender e levar à prática a defesa e preservação do Meio Ambiente, numa altura em que são inequívocas as graves consequências desse desrespeito. Além disso,

CAMINHAR FAZ BEM! 

É recomendável caminhar todos os dias cerca de meia hora. Em plena natureza os benefícios serão ainda maiores.
Ao caminhar e assimilar a natureza, a sensação de bem-estar é superior. As caminhadas, gratuitas e muito saudáveis, podem ser realizadas por pessoas, de todas as idades e durante todo o ano.

Deve estar bem equipada/o, conforme a estação do ano, de forma a beneficiar ao máximo, e, claro, manter-se hidratada/o - atenção a que deve levar e beber água e uma peça de fruta.

BENEFÍCIO DA CAMINHADA:
  • Ajuda na luta contra obesidade, diminui celulite e flacidez 
  • Aumenta a autoestima
  • Aumenta a vitalidade
  • Aumenta a eficiência do sistema imunológico
  • Auxilia no controlo do colesterol
  • Auxilia no controlo da diabetes
  • Auxilia na prevenção à osteoporose
  • Diminui o stress e combate a depressão
  • Elimina toxinas e impurezas através do suor
  • Estimula o funcionamento dos pulmões
  • Fortalece o coração, diminui problemas cardíacos, ajuda no combate à hipertensão
  • Fortalece os músculos
  • Melhora a respiração
  • Mantém as pessoas saudáveis e integradas na sociedade.
  • Promove a relação social e o convívio.

Dia 20 de Maio, no Vale de Santarém, há 8 km de caminhada à sua espera... Venha daí.

A Coordenação do Movimento Ecologista do Vale de Santarém.


30/04/2018

No 25 de Abril 2018, a nossa mais concorrida caminhada de sempre. 102 participantes !

Prevista para as comemorações do 25 de Abril, no Vale de Santarém, promovidas pela Junta de Freguesia, a caminhada organizada pelo Movimento Ecologista do Vale de Santarém excedeu todas as expectativas: em número de participantes, em alegria e confraternização e em avaliação, por parte dos que nela estiveram.

Aliás, a partida, que se deu só por volta das 9H25, do jardim público do Vale, e que estava anunciada para as 9 horas, foi sendo atrasada porque iam chegando pessoas a inscrever, em última hora. Mas valeu a pena atender todas essas inscrições, pois assim também puderam beneficiar do percurso que havíamos escolhido, o qual continha mediana dificuldade, ao longo dos quase 10km, tendo uma parte sido em ambiente de floresta, na zona do Ripilau.

Assim, conforme se pode ver no vídeo, saindo-se do jardim do Vale, pela rua do Açude, em direcção ao Pombal, foi possível todos verem o estado de limpeza e recuperação que já se começa a notar no ponto chamado de rio da Quinta, a qual o Movimento Ecologista defendeu e nela também colabora. A seguir, no Pombal, virámos à direita para o Rio das Patas, com continuação até chegarmos à rua das Catrinas, para onde virámos, entrando nos Marecos.

Foi aí, nos Marecos, que se fez o previsto reabastecimento, no ponto combinado em que o Miguel Centeno, acompanhado pelo Ernesto Vindima, aguardavam os caminheiros, no grupo dos quais também se contavam alguns cães. 

Foi também nessa paragem, para beber água, comer fruta e umas bolachinhas sem sal, que se fez o sorteio que estava anunciado. Coube a sorte ao nº 14, que, pela ordem das inscrições, foi o Carlos Heitor. Ali mesmo lhe foi entregue o prémio, um livro, com o título de "Histórias do Tejo", muito oportuno, por duas razões principais: o Carlos é pescador e amante da natureza; o livro é sobre um dos rios que em Portugal, nos últimos anos, mais tem evidenciado casos concretos de poluição, como é sabido. 

Saindo dali, rumámos ao Ripilau, uma zona onde, antigamente, existia grande pinhal, de pinheiros mansos e bravos, e hoje, em grande parte, vem sendo usado para eucaliptal. Foi nesse caminho que encontrámos o que resta de uma quinta, que terá tido instalações de muito interesse e, também, um lagar de azeite, mas agora tudo em ruínas.

Continuando, andámos perto da zona conhecida como Vale de Algares, em território que também pertence à vizinha freguesia de Vila Chã de Ourique, derivando em seguida para a zona do antigamente chamado pinhal do Pina, do qual saímos para a Estrada Real, em direcção ao espaço das comemorações, ou seja, o jardim público, enquanto alguns aproveitaram para ir até casa, para o banho e o almoço, após a confraternização e exigência física da caminhada.

Como tínhamos cerca de 40 inscrições para o almoço, foi só aguardarmos até às 13 horas, pois o Carlos Vieira e a sua equipa (Mário Oliveira, Joca Calheiros e ainda com a colaboração de Rui Matos e Diogo) haviam estado a assar as febras e a preparar a salada, as mesas, etc., para que o Movimento Ecologista prestasse o melhor repasto aos inscritos. Assim foi, e até ouvimos elogios, logo ali, o que sabe sempre bem e se agradece.

Em termos técnicos:
  • A escolha e reconhecimento do percurso esteve a cargo de Alfredo Lobato e Francisco Ferreira, do Movimento Ecologista.

  • A coordenação da caminhada, ao longo do percurso, coube a Alfredo Lobato, Francisco Ferreira, Manuel João Sá e Virgílio Pereira, do Movimento Ecologista.

  • O reabastecimento e apoio durante toda a caminhada teve a colaboração de Miguel Centeno, acompanhado de Ernesto Vindima. Nossos agradecimentos aos dois.

  • O cozinheiro, como já dito, foi Carlos Vieira, com a ajuda de Mário Oliveira e Joca (os três são do Movimento Ecologista) e ainda as colaborações citadas, de Rui Matos e Diogo, que igualmente agradecemos.


Resta dizer que foram publicadas muitas fotos no facebook, pelos participantes.

E, ainda, que o vídeo realizado por nós, sobre a caminhada, está em

https://youtu.be/HgG9fwHNNy4


e, para o mesmo, com filmes e edição de Manuel João Sá, ainda contámos com um take de Carlos Jorge Pereira, com o nosso obrigado.


Por fim, havendo-nos sido sugerido, nesta como em anteriores edições, a realização de mais caminhadas, informamos que assim será. A primeira será já neste mês de Maio, em data a anunciar, muito em breve.


Saudações ecologistas,


A Coordenação


Alfredo Lobato, Carlos Vieira, Francisco Ferreira, Joca Calheiros, Manuel João Sá, Pedro Adriano, Virgílio Pereira.