Vamos retomar a prática das caminhadas, no Vale de Santarém.
Exactamente no âmbito das comemorações do 25 de Abril deste ano.
Sejam bem-vindas! Sejam bem-vindos!
Mov. Ecologista do Vale de Santarém
A Coordenação.
Vamos retomar a prática das caminhadas, no Vale de Santarém.
Exactamente no âmbito das comemorações do 25 de Abril deste ano.
Sejam bem-vindas! Sejam bem-vindos!
Mov. Ecologista do Vale de Santarém
A Coordenação.
Passam hoje 9 anos sobre a criação do Movimento Ecologista do Vale de Santarém.
Estamos de parabéns por isso, mas muito há a lamentar, quando olhamos para o que tem acontecido em termos de meio ambiente, de então para cá, na área da nossa intervenção, como no país e no mundo.
No Vale de Santarém, assistimos há pouco ao muito triste acontecimento da derrocada da outra grande pernada do Pinheiro das Areias, o qual não teve qualquer atenção por parte das entidades que deviam garantir o que a lei prescreve para árvores classificadas de interesse público, como é o caso. Essa falta de atenção e de cuidados específicos não aconteceu recentemente, mas sempre, desde que a árvore foi classificada. O que agora se deu foi a consequência do desinteresse, do abandono, do incumprimento das leis.
O rio Maior (Vala Real da Asseca ou de Azambuja) além de sofrer as consequências das alterações climáticas - com a seca galopante e geral que se tem generalizado no planeta, provocando grande redução de caudais, o que é visível em todas as redes hidrográficas nacionais - está cada vez mais abandonado, num estado lastimável: cresceram árvores no seu leito, os jacintos de água formam manchas enormes, ao longo do seu percurso, as águas, correndo ou não, estão empestadas todo o ano, pelas empresas de suinicultura e os esgotos urbanos, e, no período de Verão, pelas fábricas do tomate.
Como se isso não fosse já muito negativo, os silvados e o arvoredo ocupam os combros, impossibilitando que neles se caminhe ou se ande de bicicleta, desperdiçando-se assim a utilização desse património natural, assim como o trajecto do antigo ramal ferroviário entre a cidade de Rio Maior e o Vale, para a criação de uma ecovia, que poderia existir ao longo de todo o percurso do rio, até à sua foz no Tejo, um pouco depois de Azambuja.
As águas do rio Maior, poluídas, estão a ser usadas nas regas, pelos seareiros, que não têm outro recurso. Um contributo para problemas de saúde, obviamente. Já não servem para pescar, para andar de barco, assim como, para nelas, e nas suas proximidades, as pessoas gozarem o prazer da fruição da Natureza envolvente.
Tudo isto temos denunciado. Nós e outros movimentos das margens do rio Maior, evidenciando, por denúncias concretas e públicas, os males que têm vindo a ser infligidos ao rio.
Porém, todas as entidades que deviam tomar medidas e alterar este estado de coisas, têm vindo a pactuar com a situação: não agem, não promovem mudanças que impeçam estes comportamentos negativos.
Acreditamos que a continuação da cidadania alargada, com mais e mais activas pessoas interessadas em contribuir para melhorar o meio ambiente, poderá alterar esta lastimável situação. Todos os que sentem que isto tem de mudar, devem manifestar-se, sejam qual for a sua idade, mas aos jovens, em especial, lançamos esse apelo: o rio Maior, que poderia ser um contínuo canal de prática de actividades lúdicas, em meio natural, precisa da vossa atenção, em sua defesa, se não aumenta o seu papel como esgoto a céu aberto.
Pela nossa parte, continuamos nesse propósito.
De parabéns, que partilhamos com todos,
saudações ecologistas,
A Coordenação do Movimento Ecologista do Vale de Santarém.
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| O Pinheiro das Areias, do Vale de Santarém. Foto de Pedro Adriano. 13 Ago 2022 |
É verdade. E não é a primeira vez.
Eis o que se passa, e as razões de estar a acontecer, neste artigo da associação ambientalista ProTEJO.
http://movimentoprotejo.blogspot.com/2022/07/protejo-denuncia-que-poluicao-de-bloom.html.
As nossas saudações ecologistas,
MEVS
Como previsto, a Caravana pela Justiça Climática chegou de comboio ao Vale de Santarém, ao fim da manhã de 15 de Abril 2022.
Seguiu pelas ruas da vila até ao Jardim Público, para o almoço e para uma sessão de esclarecimento sobre os objectivos da acção , tendo estado presente o presidente da Junta, Manuel João Custódio.
A representação da coordenação do nosso Movimento esteve a cargo de Alfredo Lobato, que recebeu a Caravana na estação do caminho de ferro e, depois, participou nela até ao dia 16, quando terminou, em manifestação, no Parque das Nações, em Lisboa.
Antes disso, a Caravana teve ainda passagem pelo Cartaxo, e pela CIMPOR - Alhandra. Os Movimentos que, da zona do rio Maior se incorporaram na Caravana, foram, ainda, o Movimento Ar Puro, de Rio Maior e o Eco-Cartaxo.
As fotos abaixo são dessa fase da Caravana, tanto no Vale, como no Cartaxo e Alhandra e, finalmente, em Lisboa.
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| Em 15 de Abril, a Caravana pela Justiça Climática chega ao Vale de Santarém |
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| A Caravana pela Justiça Climática, dirige-se para o Jardim Público do Vale de Santarém |
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| Sessão de esclarecimento durante a Caravana pela Justiça Climática, no Jardim Público do Vale de Santarém |
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| Sessão de esclarecimento durante a Caravana pela Justiça Climática, no Jardim Público do Vale de Santarém |
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| A Caravana pela Justiça Climática, após almoço e sessão deixa o Vale de Santarém, a caminho do campo |
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| A Caravana pela Justiça Climática, após almoço e sessão deixa o Vale de Santarém, a caminho do campo |
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| Na estrada para Porto de Muge, junto à Quinta da Fonte Bela, uma paragem para descanso e Alfredo Lobato a usar da palavra |
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| A Caravana Pela Justiça Climática face a um monte de poluição, no campo |
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| A Caravana Pela Justiça Climática a caminho da ponte sobre o muito poluído rio Maior, em Santana-Cartaxo |
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| Na sede do Movimento Eco-Cartaxo, a Caravana pela Justiça Climática descansa e prepara-se para recuperar, na última noite, ali na cidade |
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| Mas ainda há mais uma sessão, para falar dos objectivos da Caravana pela Justiça Climática |
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| Já no dia 16 de Abril, último da Caravana pela Justiça Climática paragem junto a uma das indústrias tidas como das mais poluidoras da zona: a CIMPOR |
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| Dia 16 de Abril, a Caravana Pela Justiça Climática no Parque das Nações, no seu encerramento. |
Passa por diversas zonas do país, entre 2 e 16 de Abril, data em que termina, em Lisboa, com uma grande manifestação.
https://www.youtube.com/watch?v=7GgzQuLQOqg
A Coordenação do MEVS.
Continuam os preparativos para a Caravana pela Justiça Climática, que entre 2 e 16 de Abril vai passar por diversas zonas do País, com o percurso cujo mapa aqui divulgamos.
O Movimento Ecologista do Vale de Santarém integra-se no trabalho de preparação da Caravana, tanto mais que a nossa zona, da bacia hidrográfica do Tejo, com o rio Maior como afluente, é também uma das mais poluídas do País, por indústrias, por suinicultoras, pelas ETAR em mau estado de funcionamento e por práticas nocivas de uso de agrotóxicos na agricultura.
A nossa participação tem igualmente em vista que o planeta Terra atravessa uma fase de acentuado aquecimento, e que há comprovadas evidências de alterações climáticas, daí resultando: