17/01/2015

DIA 24 JANEIRO - SÁBADO - 15 HORAS. SESSÃO ABERTA NO VALE DE SANTARÉM

Apelando à participação dos Vale-Santarenos, o Movimento Ecologista do Vale de Santarém - independente e apartidário - vai realizar uma sessão aberta à população, com o objectivo de apresentar o programa de acções a desenvolver durante o ano de 2015.




Esperamos por vós.

Agradecemos a atenção da Junta de Freguesia do Vale de Santarém, na pessoa do seu Presidente, ao disponibilizar a sala para realizarmos esta reunião.

A Coordenação do Movimento Ecologista do Vale de Santarém.

04/01/2015

2015 DE SAÚDE E PAZ. E MUITA ACÇÃO ECOLOGISTA PARA A DEFESA DO AMBIENTE NO VALE DE SANTARÉM.

Entrámos em 2015. O Movimento Ecologista do Vale de Santarém, fundado em 30 de Agosto de 2013 - somos ainda muito recentes - vai continuar a sua acção pelos objectivos a que se propôs, pela defesa do ambiente na nossa terra. 

Damos particular destaque à necessidade de despoluição do rio Maior / Vala Real de Azambuja. A situação que o rio vive, com poluição desencadeada pelas suinicultoras, pela fábrica de tomate de São João da Ribeira e pelas descargas dos esgotos urbanos, é de calamidade. Pouco falada, foi passando sem grandes referências, até que o nosso Movimento, conjuntamente com o Movimento Ar Puro, de Rio Maior, e a Eco-Cartaxo, iniciou um processo de denúncia sistemática do estado a que o rio chegou. Existe um tal despudor quanto a este assunto, que até a ETAR de Santarém continua a lançar efluentes não tratados no rio Maior, através de uma vala que desagua na Ponte de Asseca, vinda dos lados da povoação de Peso.


 O rio Maior/Vala de Azambuja, na zona de Ponte de Asseca,
entre Santarém e Vale de Santarém. Para além da poluição,
que chega ao rio, a montante deste ponto, motivada por
suinicultoras e fábrica de tomate, ainda lhe chegam efluentes
não tratados, da ETAR de Santarém. Foto de 19Maio2014,
onde desagua a ribeira que vem da zona de Peso.


Outra grande prioridade do nosso Movimento é a defesa do leito do ribeiro que atravessa o Vale de Santarém e desagua no rio Maior / Vala. Este ribeiro, histórico curso de água ligado à nossa terra, à vida dos Vale-Santarenos, desde sempre, é o chamado Rio das Patas, de Cima, da Quinta, dos Loureiros, da Praça, da Elóia, da Cabine, da Mari Elvira, das Guiomárias... nomes que lhe advêm do local por onde passa. Algumas faltas de cuidado e utilizações indevidas, a par de acções de vandalismo, ameaçam transformar este nosso rio num vazadouro, aonde também chegam os tubos que vêm das residências. Há que evitá-lo - o Vale já tem saneamento básico há anos e não se percebe como é que águas de lavagens e outras são direccionadas para o ribeiro.

Ribeiro que corre ao longo do Vale de Santarém e desagua no rio Maior.
Este ribeiro merece atenção, pois mantém diversas situações do tipo
que a foto mostra: canos deitando águas de limpezas e outras.
Além disso, há pessoas que para ele deitam toda a espécie de lixos.

O Pinheiro das Areias, árvore monumental, classificada, por ser o pinheiro manso de maior perímetro de copa que se conhece, é outra riqueza histórica de que temos de cuidar. Os Vale-Santarenos mais antigos sempre respeitaram o célebre pinheiro, cuja idade anda acima dos 500 anos! Debaixo da sua frondosa copa, sob a sua enorme sombra, centenas e centenas de crianças, jovens e adultos, ao longo de muitas décadas, gozaram do prazer daquela companhia única, que é avistada de muitas partes da nossa terra. Ali brincámos, namorámos, convivemos. Ir ao Pinheiro das Areias era ir a um lugar especial, na nossa terra. Nas últimas décadas, e de uma forma crescente, o Pinheiro das Areias veio sendo sujeito a pressões e ataques de todo o tipo. A sua enorme copa tem vindo a diminuir a olhos vistos, perguntando-se se tem vindo a ter a mais adequada protecção e tratamento por parte das entidades que deviam fazê-lo. As suas raízes, também por que a terra em volta tem vindo a desaparecer, sobretudo de um dos lados, começam a ficar à vista, expostas ao sol e à chuva, à erosão que põe em perigo o futuro do pinheiro. A ocupação urbana, nas suas proximidades, tem ajudado a degradar ainda mais a situação. Precisa, portanto, de atenção e de tratamento urgente, por quem saiba. Precisa de ser conhecido o seu estado. É necessário que se saiba que aquele pinheiro está ali, que é uma árvore monumental, única, e que precisa de ser salva. Temos sugerido, até, que à entrada da travessa seja colocada uma placa que oriente as pessoas que querem conhecer a localização do pinheiro, e sabemos que há esse interesse. Esta seria uma forma de lhe dar visibilidade, pois é um exemplo de árvore que merece ser conhecida. Como um monumento. A quem cabe tomar tal medida? À Junta de Freguesia? A outra entidade? Qual? Vamos actuar no sentido também de ajudar a dar resposta a estas perguntas.


Pinheiro das Areias - Vale de Santarém. Árvore monumental,
o pinheiro manso de maior perímetro de copa que se conhece.
Foto de há alguns anos. 

Pinheiro das Areias - Vale de Santarém. Árvore monumental,
o pinheiro manso de maior perímetro de copa que se conhece.
Foto de 14 Dez 2013. O pinheiro em decadência, necessitando,
com urgência, de intervenção técnica, específica.

Outra área que sugere acção ecologista é a da defesa e preservação do património histórico edificado que é propriedade da freguesia. Referimo-nos às nossas fontes - de Três Bicas e de Uma Bica - verdadeiras relíquias da nossa terra, que continuam a deitar água há muitas décadas, sem parar, todo o ano. Históricas, imperdíveis, não só pela água que deitam, não só pelo facto de serem fontes conhecidas, mas também por serem espaços que marcaram as gentes da terra, por serem de convivência, de aprendizagens, de iniciação a muitos aspectos da vida, inclusive para gente de outras terras em volta, que ainda hoje continuam a acorrer ali, para colher água fresca, potável. Uma riqueza que começa a ser excepção, se considerarmos que, em tantas aldeias, as fontes secaram ou estão com água imprópria para beber.


Fonte das Três Bicas, no Vale de Santarém. Renovada em 1940. Recentemente
alvo de acção de vandalismo - roubaram-lhe as bicas, de cobre. Continua
a deitar água, desde que construída. Sem parar.

Fonte de Uma Bica, no Vale de Santarém. A água que deita
vem da mesma origem da da Fonte de Três Bicas. Também
continua a deitar água, desde que construída. Sem parar.

Enfim, importa-nos também a defesa da preservação do Pombal, bem resultante do que ficou do património da Quinta das Rebelas, infelizmente reduzida a escombros, por razões tristes a que os Vale-Santarenos assistiram, impotentes e incrédulos, perante tanto desperdício - material, mas sobretudo cultural, sentimental, histórico. Como foi possível que o lugar ligado à mais importante obra do romantismo, em Portugal - Viagens na Minha Terra, de Almeida Garrett - tenha ido caminhando para a morte anunciada, culminando em incêndio e roubos, ao que se diz. Porém, salvou-se o Pombal. Que seja definitivamente entregue à terra. Que a Junta de Freguesia trate disso e que seja feita a sua salvaguarda física e preservação histórica do edifício e do espaço, curiosamente também em perigo.


Pombal, no Vale de Santarém. Pertencia à Quinta do Desembargador,
conhecida por Quinta das Rebelas. Não sendo ainda propriedade
da Freguesia, importa que tal se concretize e que este património
colectivo histórico do Vale de Santarém seja preservado.

Outras áreas vamos ter em mente, em 2015. E uma delas é a nossa relação com as escolas da nossa terra. Nesse sentido tivemos um primeiro contacto com a directora da Escola Básica e também com a coordenadora da CES-Fonte Boa. Importa que, como dizemos desde o princípio, as crianças sejam desde cedo iniciadas nas práticas ecologistas e, nos programas escolares, essa preocupação exista e seja alimentada, todos os anos, na relação com a natureza envolvente, com o que existe, com o que é observável, palpável e manipulável na nossa própria terra. Felizmente tivemos o melhor acolhimento e estamos disponíveis para a colaboração que, da nossa parte, as escolas esperam e, sobre o qual, vamos conversar.


Parque infantil da Escola Básica do Vale de Santarém.


CES-Fonte Boa - As crianças, na aprendizagem fundamental na relação
com a Natureza.

Por último, um novo projecto - a construção de uma Ecovia, ao longo do rio Maior/Vala, entre a Cidade de Rio Maior e Azambuja. Com as outras duas associações já mencionadas - o Movimento Ar Puro, de Rio Maior e a Eco-Cartaxo - iniciámos este objectivo, que requer o envolvimento de outras organizações e muitas pessoas das povoações ao longo do rio. Objectivamente esta acção abrange quatro concelhos: Rio Maior, Santarém, Cartaxo e Azambuja. A Ecovia poderá aproveitar o curso do antigo ramal ferroviário entre Rio Maior e o Vale de Santarém. Depois poderá continuar pelo combro do rio Maior/Vala, até Azambuja, obviamente com as apropriações que sejam necessárias. Com esta Ecovia poderá abrir-se uma nova e valiosa via de beneficiação e valorização ao longo do rio, com muitos beneficiários, desde logo o próprio rio, mas também as populações nas suas proximidades. Ganharão os praticantes de pesca desportiva e outra, de passeios de BTT e em bicicleta, os caminheiros, os praticantes de canoagem, de orientação geográfica, de observação de aves, de fotografia, outros. Experiências deste tipo, muito positivas, noutros locais do nosso país e no estrangeiro, mostram que, sem grandes custos, é possível e aconselhável investir neste sentido, promovendo ao mesmo tempo a defesa e conservação da natureza. Sabemos que este objectivo não se consegue de um dia para o outro. Porém, temos confiança de que se trata de ideia de valia, na qual estamos envolvidos para, com o contributo do nosso Movimento e dos Vale-Santarenos e outros interessados, conseguirmos um futuro mais radioso para o rio Maior e para as suas margens.


Curso do rio Maior, entre a nascente e a foz, ao longo do qual defendemos
a construção de uma Ecovia, aproveitando o troço do antigo ramal
ferroviário entre Rio Maior e o Vale de Santarém e, também, o combro
do rio maior/Vala Real de Azambuja.

Outras ideias e acções iremos desenvolver, como caminhadas, concurso de pesca, passeios de natureza e outros, que a seu tempo anunciaremos, assim como uma reunião aberta à população do Vale de Santarém. Para bem da nossa terra, do presente e do futuro do Vale de Santarém e dos seus habitantes.


Terminamos, desejando saúde e paz em 2015 e

Saudações Ecologistas,

A Coordenação do Movimento Ecologista do Vale de Santarém
Carlos Vieira - Francisco Nascimento Ferreira - Manuel João Sá.  

23/12/2014

MOVIMENTO DE CRIAÇÃO DE ECOVIA AO LONGO DO RIO MAIOR/VALA DE AZAMBUJA

NO DIA 19 DE DEZEMBRO HOUVE REUNIÃO ENTRE CINCO ASSOCIAÇÕES, QUE TERMINOU COM CONSONÂNCIA DE IDEIAS TENDO EM VISTA ESTE OBJECTIVO


Com vista a levar por diante a intenção de criar a Ecovia, as três associações ecologistas que anunciaram esta ideia,
(Eco-Cartaxo, Ar Puro-Rio Maior e Movimento Ecologista Vale de Santarém)
reuniram dia 19 Dez. com a EICEL 1920 e o Clube do Mato, associações da região de Rio Maior. Desta reunião resultou a consonância de ideias quanto a este objectivo. Estão previstas outras reuniões com associações existentes ao longo do rio, que se estende por quatro concelhos: Rio Maior, Santarém, Cartaxo e Azambuja.

Estas novas reuniões serão com associações de caminheiros, praticantes de BTT, clubes de pesca, clubes de canoagem, grupos de orientação e de outras práticas em ambiente de natureza. Oportunamente, a ideia será apresentada às autarquias.

O percurso da Ecovia poderá aproveitar o traçado do antigo ramal ferroviário entre Rio Maior e o Vale de Santarém, por onde se escoava o minério de carvão da Mina do Espadanal, de rio Maior, e de que existe uma importante associação de mineiros, a qual está no facebook e cujos links são:

Também o Clube do Mato está na internet. Os links são:

Na foto, os membros das cinco associações participantes na reunião de 19 de Dez. 2014, realizada na sede da Associação de Mineiros da EICEL 1920, em Rio Maior.



21/12/2014

FELIZ NATAL! SAÚDE E PAZ!



Feliz Natal! Saúde e Paz, são os votos do Movimento Ecologista do Vale de Santarém, para todos os Vale-Santarenos, para as Organizações Ecologistas, para todos os que estão connosco, num abraço de solidariedade, de comunhão dos ideais da defesa do ambiente e da liberdade.

Simbolicamente, "Vestimos de luz" o Pinheiro das Areias, a Árvore Monumental que nasceu pequenino e se foi tornando grande, até ser o pinheiro manso de maior perímetro de copa que se conhece - já prejudicado por diversas mutilações indevidas. Árvore classificada, de interesse histórico, natural e ecológico. Tem mais de 500 anos. A sua defesa e preservação é um dos grandes objectivos do Movimento Ecologista do Vale de Santarém e um desejo dos Vale-Santarenos.

Movimento Ecologista do Vale de Santarém. 
A Coordenação
Carlos Vieira - Francisco Nascimento Ferreira - Manuel João Sá.

27/11/2014

VÍDEO DA CAMINHADA DE DIA 25 OUT. 2014, NO VALE DE SANTARÉM

Conforme já divulgado, 80 participantes tomaram parte na caminhada que se realizou no passado dia 25 de Outubro. Adultos, mas também muitos jovens e crianças percorreram 6 km, por caminhos de natureza, parte dos quais bem perto do rio Maior, poluído há décadas. Hoje em dia cada vez mais pessoas exigem o fim desta situação.

A caminhada, que foi organizada conjuntamente pelo Movimento Ecologista e pelo Grupo de Dadores Benévolos de Sangue do Vale de Santarém, além de constituir uma saudável prática de exercício físico em grupo, teve também o fim de alertar para duas questões centrais:

  • Dar sangue é dar vida
  • Defender o ambiente é defender a vida 
Hoje publicamos o vídeo da caminhada, no nosso YouTube. 

Para ver, clicar em


A Coordenação do

Movimento Ecologista do Vale de Santarém
Ponte de Asseca-Poluição no rio Maior-Aqui a ribeira que vem
da zona da ETAR de Santarém e desagua no rio Maior - 25 Out 2014.

Ponte de Asseca-Poluição no rio Maior-Aqui a ribeira que vem
da zona da ETAR de Santarém, e desagua no rio Maior - 25 Out 2014.
Na caminhada de 25 Out 2014, na margem direita do rio Maior,
rio poluído por suinicultoras, fábricas e esgotos urbanos,
como a ETAR de Santarém.

Vale de Santarém, Cadima - Urbanização Nova - Grande parte dos
que realizaram a caminhada de 25 Out 2014, organizada em conjunto pelo
Grupo Dadores de Sangue e Movimento Ecologista do Vale de Santarém. 

20/11/2014

TRÊS MOVIMENTOS ECOLOGISTAS DA BACIA DO RIO MAIOR DENUNCIAM POLUIÇÃO DO RIO E VÃO TOMAR INICIATIVAS

É GRAVE A SITUAÇÃO DE POLUIÇÃO DO RIO MAIOR E URGE UMA RESPOSTA CAPAZ

No passado dia 8 de Novembro reuniram os membros das coordenações da Associação Eco-Cartaxo Mae, Movimento Ar Puro (Rio Maior) e Movimento Ecologista do Vale Santarém. Foi tida em conta a situação de poluição que se mantém no rio Maior, sobretudo pela acção de fábricas e suinicultoras que, não cumprindo as regras legais estabelecidas, transformam o rio num vazadouro de matérias poluentes, a que se somam as descargas não tratadas de esgotos urbanos, inclusive da ETAR de Santarém, como foi evidenciado em fotos e vídeos mostrados aqui há meses.

Se a prática que se verifica há décadas conduziu o rio Maior a este estado vergonhoso, há que dizer que, além de tais atentados, a poluição se deve à falta de uma visão estratégica de ordenamento do território em toda a bacia hidrográfica do rio Maior, dando cumprimento à Directiva Quadro da Água da União Europeia e à designada Lei da Água portuguesa. São descargas directas para o rio, linhas de água superficiais e subterrâneas, sem tratamento, apesar de em alguns casos, por nós referenciados, terem ETARS e ECTES (Estações de Tratamento de Águas Residuais e Estação Colectiva de Tratamento de Efluentes Suinícolas) construídas com dinheiros públicos, que estão desactivadas, a degradarem-se e, neste último caso, a não produzirem energia eléctrica, a partir de efluentes altamente poluidores, para minimizar a dependência energética a que o país está sujeito. 
CRIAÇÃO DE UMA ECOVIA AO LONGO DO ANTIGO RAMAL FERROVIÁRIO DE RIO MAIOR  
Outro assunto tratado foi a proposta a apresentar da construção de uma Ecovia ao longo do ramal da antiga via-férrea de Rio Maior, entre Rio Maior e o Vale de Santarém, com continuação, a partir da Ponte de Asseca, pelo combro do rio Maior/vala de Azambuja. Este traçado, à semelhança de outros que, em Portugal, já foram aproveitados para o mesmo fim, será uma mais-valia para a zona envolvente do leito do rio Maior, utilizando as condições naturais existentes para práticas saudáveis ao ar livre, caminhadas, passeios a pé, em bicicleta, pesca, canoagem, orientação e outras, proporcionando, nas margens do rio, uma revitalização e encontro das populações, com práticas de respeito e de defesa da natureza. 

Esta Ecovia, sendo um benefício de grande importância no sentido de promover a utilização das margens do rio Maior pelas populações, soma-se às iniciativas que devem ser tomadas no sentido da sua despoluição. 

Sobre estes dois assuntos foram projectadas diversas acções a propor às populações, às autarquias (dos concelhos de Rio Maior, Santarém, Cartaxo e Azambuja) e outras entidades, de que, oportunamente, se dará conhecimento público.


Membros dos Movimentos Ecologistas que estiveram em reunião
no dia 8 de Novembro, em Póvoas, concelho de Rio Maior: Associação
Eco-Cartaxo Mae, Movimento Ar Puro (rio Maior)
e Movimento Ecologista do Vale de Santarém.



16/11/2014

GINCANA EM BICICLETA - 18 CONCORRENTES E MUITA COMPETIÇÃO E ALEGRIA, NUM ÊXITO A REPETIR

CONCORRENTES DE TODAS AS IDADES, NA GINCANA REALIZADA NO DIA 25 DE OUTUBRO NO VALE DE SANTARÉM

Nesta prova, organizada conjuntamente pelo Movimento Ecologista e pelo Grupo de Dadores Benévolos de Sangue, associações do Vale de Santarém, foi com grande entrega que, numa tarde de muito sol e alta temperatura, os concorrentes se empenharam na ultrapassagem dos obstáculos que a prova apresentava, fazendo lembrar outros tempos em que, no Vale, gincanas em bicicleta e cavalhadas (em bicicletas mas também em burros) animavam as tardes de fim de semana.

Apresentaram-se 18 concorrentes, que se repartiram por quatro escalões, com a seguinte classificação final:

INICIADOS - ATÉ 6 ANOS - 2 PARTICIPANTES
Nome
Pontos
Tempo
Classif.
Pedro Manuel Martins Lopes
29
2.07.49
Francisco Martins Oliveira
29
2.43.63

JUVENIS – DOS 7 AOS 13 ANOS – 4 PARTICIPANTES
Nome
Pontos
Tempo
Classif.
Tiago Guedes
32
1.19.86
João Neves
31
1.10.92
Bernardo Martins
30
1.12.18
Afonso Venâncio Grilo
21
1.24.77

JUNIORES – DOS 14 AOS 17 ANOS – 3 PARTICIPANTES
Nome
Pontos
Tempo
Classif.
Gonçalo Lobato
28
1.04.81
Miguel Azenha
21
0.49.91
João Barroso
21
1.23.69

SENIORES – A PARTIR DE 18 ANOS - 9 PARTICIPANTES
Nome
Pontos
Tempo
Classif.
Francisco Barroso
27
1.14.73
Manuel João Sá
20
1.09.96
José Monteiro Pedro
15
1.34.47
Suana Oliveira
13
1.30.33
Ana Isabel Lopes
13
2.01.88
Carlos Lopes
8
1.03.88
Francisco Nascimento
8
1.27.54
Pedro Lopes
5
1.24.92
António João
5
1.52.54

Desde os atletas com menos de 6 anos, até aos com quase setenta, a luta pelas medalhas foi renhida, mas com desportivismo.

Realça-se ainda a participação de duas senhoras atletas, fazendo crer que, numa próxima prova, outras mais se apresentem a concurso.

A gincana decorreu com base num regulamento, que foi divulgado antecipadamente e a idealização e coordenação-geral da prova esteve a cargo de Paulo Monteiro, homem das BTT, que teve como auxiliar, no próprio dia, Alfredo Lobato, ambos sendo credores do nosso agradecimento. 

No controlo nos obstáculos colaboraram ainda Alfredo Sá e Carlos Lopes, a quem igualmente se agradece.

Três concorrentes não receberam as respectivas medalhas, na altura da entrega, por já se terem ausentado. São eles:
  • Pedro Lopes - 1º classificado em Iniciados
  • Francisco Oliveira - 2º classificado em Iniciados
  • Miguel Azenha - 2º classificado em Juniores
As medalhas foram-lhes entregues posteriormente.

Durante a prova e no final foram feitas muitas fotos, algumas das quais publicamos aqui. Entretanto, fizemos outra publicação no nosso facebook.


Pedro Lopes, 1º classificado em Iniciados - até aos 6 anos - na Gincana de
bicicletas realizada no dia 25 Out. 2014 . A medalha foi-lhe
entregue posteriormente, dado já não estar presente no momento.
Francisco Oliveira, 2º classificado em Iniciados - até aos 6 anos, na Gincana
de bicicletas realizada no dia 25 Out. 2014 . A medalha
foi-lhe entregue posteriormente, dado já não estar presente no momento.
Tiago Guedes, 1º classificado em Juvenis - dos 7 aos 13 anos, na Gincana de
bicicletas realizada no dia 25 Out. 2014, após receber a medalha,
entregue por José Monteiro Pedro-Grupo Dadores de Sangue,
e Manuel João Sá-Movimento Ecologista, associações
do Vale de Santarém que organizaram a gincana. 
João Neves, 2º classificado em Juvenis - dos 7 aos 13 anos, na Gincana de
bicicletas realizada no dia 25 Out. 2014 . após receber a medalha,
entregue por José Monteiro Pedro-Grupo Dadores de Sangue,
e Manuel João Sá-Movimento Ecologista, associações
do Vale de Santarém que organizaram a gincana. 
Bernardo Martins, 3º classificado em Juvenis - dos 7 aos 13 anos -
na Gincana de bicicletas realizada no dia 25 Out. 2014,
após receber a medalha, entregue por José Monteiro Pedro
(Grupo Dadores de Sangue)  e Manuel João Sá
(Movimento Ecologista) associações
do Vale de Santarém que organizaram a gincana. 
Gonçalo Lobato, 1º classificado em Juniores - dos 14 aos 17 anos - na
Gincana de bicicletas realizada no dia 25 Out. 2014 . com a medalha,
entregue por Manuel João Sá-Movimento Ecologista
do Vale de Santarém, que organizou a gincana,
em conjunto com o Grupo de Dadores de Sangue do Vale de Santarém.
João Barroso, 3º classificado em Juniores - dos 14 aos 17 anos - na Gincana
de bicicletas realizada no dia 25 Out. 2014 . com a medalha,
entregue por Manuel João Sá-Movimento Ecologista
do Vale de Santarém, que organizou a gincana,
em conjunto com o Grupo de Dadores de Sangue do Vale de Santarém.
José Monteiro Pedro, 3º classificado em Seniores, na Gincana de
bicicletas realizada no dia 25 Out. 2014 . com outros medalhados:
Tiago Guedes, Bernardo Martins e Gonçalo Lobato.
Francisco Barroso, 1º classificado em Seniores, na Gincana de
bicicletas realizada no dia 25 Out. 2014, tendo à sua direita
José Monteiro Pedro e à sua esquerda Manuel João Sá,
João Barroso e Gonçalo Lobato 
Manuel João Sá, ao centro, 2º classificado em Seniores - mais de 18 anos -
na Gincana de bicicletas realizada no dia 25 Out. 2014, com outros
medalhados: à sua direita, Bernardo Martins e José Monteiro Pedro; à sua
esquerda, Tiago Guedes e Gonçalo Lobato.
Da esquerda para a direita: José Monteiro Pedro, Alfredo Lobato,
Paulo Monteiro e Manuel João Sá, membros da organização e controlo
da gincana de bicicletas, realizada em 25 Out. 2014, conjuntamente
pelo Grupo de Dadores de Sangue e pelo Movimento Ecologista,
associações do Vale de Santarém
Colaboração de Alfredo Sá, na gincana de bicicletas, realizada em 25 Out. 2014,
conjuntamente pelo Grupo de Dadores de Sangue e pelo Movimento
Ecologista, associações do Vale de Santarém.
Colaboração de Carlos Lopes, na gincana de bicicletas, realizada em
25 Out. 2014, conjuntamente pelo Grupo de Dadores de Sangue
e pelo Movimento Ecologista, associações do Vale de Santarém.
Fica-nos a satisfação de termos realizado esta gincana de bicicletas, uma prova que há muitos anos não acontecia no Vale de Santarém. Apesar da reduzida participação (mas há que ter em conta que de manhã tinha havido a caminhada, com 80 participantes e a tarde foi de imenso calor) estamos animados para a realização de outras provas deste tipo, recuperando tradições na nossa terra. Por outro lado, tratando-se da utilização de bicicletas, é uma prática em que se promove o exercício físico e a utilização de um meio não poluente e, também, onde há o prazer da participação, num ambiente de convívio humano que se estabelece, para bem de todos. E é possível envolver crianças, adolescentes, jovens, adultos de todas as idades, tanto femininos como masculinos, como ficou demonstrado.

Vamos continuar.

Movimento Ecologista do Vale de Santarém

A Coordenação

Carlos Vieira - Francisco Nascimento Ferreira - Manuel João Sá.