PELA SAÚDE, PELA ECOLOGIA. PELA VIDA.
É com muito gosto que anunciamos nova realização no Vale de Santarém, desta vez numa organização conjunta do Grupo de Dadores Benévolos de Sangue e do Movimento Ecologista. De facto, partilhando objectivos comuns, de promoção e defesa da vida, tanto dos seres humanos como da natureza, as direcções das duas organizações encontraram-se para levar a cabo estas duas acções, nas quais se vão empenhar para que sejam bem-sucedidas, com benefício para os Vale-Santarenos.
Assim, a caminhada é uma actividade muito salutar, não só pelo que permite nos domínios físico e psicológico, mas também pelo que promove de contacto com a natureza, onde, infelizmente, nem tudo corre bem - veja-se a poluição que, há anos, ataca o rio Maior/Vala. Ora, esta caminhada, decorrendo em parte no cômoro da vala, leva os participantes ao histórico rio, um dos mais importantes afluentes do Tejo, onde lança águas poluídas por suinicultoras, fábrica de tomate e esgotos urbanos - ETAR de Santarém. É, assim, uma caminhada em defesa da vida: das pessoas e do próprio rio.
A gincana de bicicleta, actividade que há muitos anos não se realizava no Vale de Santarém, tem igualmente essa componente do exercício físico e, também, do desafio, da brincadeira, da partilha de habilidades, favorável no plano psicológico, do divertimento, para além da competição, que se deseja saudável.
As duas actividades vão ser acompanhadas pelo Grupo de Dadores Benévolos de Sangue para, no âmbito da sua acção, realizar acções ligadas com a saúde das pessoas e com a promoção da dádiva de sangue, envolvendo desde as crianças aos adultos e mais idosos.
Dado que a 1ª caminhada que o Movimento Ecologista realizou, no ano passado, teve mais de 40 participantes e, por outro lado, havia já muitos Vale-Santarenos a perguntar... "então, quando vamos caminhar outra vez?..." estamos a admitir que haverá muitos interessados. O mesmo pensamos em relação à gincana de bicicleta, uma novidade para muitos, sobretudo para os mais novos. Todos podem participar, das crianças aos mais velhos. É o que mais desejamos: tanto nós, Movimento Ecologista como o Grupo de Dadores de Sangue.
As inscrições para almoço - uma vez que pode haver participantes, na caminhada ou na gincana, que não queiram marcação para almoço - poderão ser feitas consoante o cartaz que divulgamos abaixo.
Resta referir que o Grupo de Dadores de Sangue e o Movimento Ecologista vão ter uma equipa conjunta a tratar de tudo, desde as inscrições, à própria realização das actividades e seu acompanhamento, bem como da confecção e serviço do almoço. Outra particularidade: a organização da gincana, nos seus aspectos técnicos, vai ter a intervenção do Paulo Monteiro e de outros colaboradores, o que muito se agradece desde já. A caminhada começa às 9 H00 e a gincana começa às 14 H 30, as duas junto ao Jardim Público do Vale de Santarém.
Esta realização, para a qual vai ser feito seguro, conta com o apoio da Junta de Freguesia do Vale de Santarém.
A Coordenação do Movimento Ecologista do Vale de Santarém
Carlos Vieira - Francisco Nascimento Ferreira - Manuel João Sá.
11/07/2014
RIO MAIOR/VALA DE AZAMBUJA LIVRE DE POLUIÇÃO - VÍDEOS UM PASSEIO DE BTT, EM DEFESA DA DESPOLUIÇÃO DO RIO
Acabamos de publicar vídeos do Passeio de BTT e outras bicicletas, realizado no dia 25 de Abril de 2014, no âmbito das comemorações levadas a cabo pela Junta de Freguesia do Vale de Santarém, dos 40 anos do 25 Abril.
A organização do passeio pertenceu ao Movimento Ecologista do Vale de Santarém, pois esta acção estava incluída no nosso plano de acção para o 1º semestre deste ano.
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Os vídeos são apresentados no nosso canal no YouTube, em:
Para ver e comentar estes vídeos clique no link.
Faremos um video resumo sobre o passeio de BTT, composto por estes e alguns mais, que divulgaremos oportunamente.
Foi uma acção muito participada (mais de 40 ciclistas) tendo o percurso permitido a proximidade ao rio, onde, em alguns pontos, a cor da água e o mau cheiro deram bem a nota de como o rio Maior/vala de Azambuja está doente.
Temos em vista realizar, ainda este ano, outras acções de natureza, inseridas nos nossos objectivos de defesa do ambiente no Vale de Santarém, que serão anunciadas a seu tempo, para uma participação ampla dos cidadãos da nossa terra e outros, de todas as idades,
como felizmente tem vindo a acontecer
.
Saudações fraternas
Movimento Ecologista do Vale de Santarém
A Coordenação
09/07/2014
PINHEIRO DAS AREIAS - ÁRVORE MONUMENTAL, NO VALE DE SANTARÉM - SAIU NOVA PORTARIA, PARA SUA PROTECÇÃO
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| Pinheiro das Areias - Árvore Monumental, Classificada de Interesse Público em 1992 - Vale de Santarém - |
| Pinheiro das Areias (Vale de Santarém) em 2013, já tendo sofrido mutilações e sujeito a um processo de abandono, desleixo, degradação e poluição envolvente. |
| Uma das zonas onde as raízes do Pinheiro das Areias estão à mostra, sujeitas a degradação e maus tratos. |
http://www.icnf.pt/portal/florestas/aip/aip-monum-pt
que à data da sua classificação teria uma idade de 350 a 400 anos. Foi classificada de interesse público no Diário da República n.º 17, II Série de 21.05.92.
O Movimento Ecologista do Vale de Santarém assumiu desde a sua fundação a defesa e preservação do Pinheiro das Areias. Não só porque esta imponente e histórica árvore existe na nossa terra, mas também porque sendo ela a árvore que é, consiste num símbolo admirável, que congrega decerto sentimentos em defesa das árvores e da natureza em geral, ao mesmo tempo um símbolo e memória colectiva, um monumento da nossa terra.
Satisfaz-nos, por isso, que tenha saído uma nova Portaria, com o nº 124/2014, de
24 de Junho, que regulamenta a Lei nº 53/2012. E o que diz a Portaria? Lê-se no jornal PÚBLICO,
edição de hoje, 9 de Julho 2014, pg. 28., num artigo de Marta Lourenço, que
reproduzimos aqui, com muito gosto.
ÁRVORES-MONUMENTO ESTÃO DE NOVO PROTEGIDAS
Património
natural
Marta Lourenço
Há árvores consideradas monumentos-vivos pelas suas
características peculiares. A lei que as protegia desde 1938 tinha sido
revogada há mais de dois anos e, desde então, o arvoredo de interesse público
estava desprotegido enquanto esperava regulamentação.
A nova lei, de Setembro 2012, foi agora regulamentada numa
portaria, que entrará em vigor a 1 de Agosto. A portaria n.º 124/2014, de 24 de
Junho (que regulamenta a Lei n.º 53/2012), determina os critérios e os
procedimentos de classificação e de desclassificação das árvores. Como noticiou
o PÚBLICO a 5 de Junho, as 472 árvores isoladas e os 82 arvoredos classificados
até agora estavam expostos a vários perigos, como o abate ou os cortes
inapropriados.
Após várias iniciativas para que a lei de 2012 fosse
regulamentada, incluindo uma resolução da Assembleia da República, isso
concretizou-se agora: as árvores já classificadas voltam a estar plenamente
protegidas e as que justifiquem uma classificação podem concluir esse processo.
Em relação a novos pedidos, a portaria define o processo a
seguir.
Ficaram claros não só os procedimentos e critérios de
classificação mas também de desclassificação e as intervenções necessárias e
possíveis.
“As intervenções urgentes devem limitar-se sempre ao
estritamente necessário (...), devendo realizar-se com o menor sacrifício do
arvoredo e das condições da sua zona geral de protecção.” O corte do tronco, de
ramos ou raízes, bem como a remoção de terras ou escavações na zona protegida,
são considerados contra-ordenações puníveis com coimas.
Consoante o grau de gravidade e o número de pessoas que
praticam a infracção, as coimas podem ir dos 500 aos 500.000 euros.
Uma árvore pode ser classificada pelo porte, desenho, idade
ou raridade.
A antiguidade é um dos parâmetros.
A portaria aplica-se aos “povoamentos florestais, bosques ou
bosquetes, arboretos, alamedas e jardins de interesse botânico, histórico, paisagístico
ou artístico”.
O eucalipto mais alto da Europa, com 72 metros, em Coimbra,
a azinheira das aparições de Fátima e a oliveira de Pedras d’el Rei, com 2210 anos,
perto de Tavira, estão agora mais longe de certos perigos.
Pelas mesmas razões, também estará mais longe de certos perigos o Pinheiro das Areias, dizemos nós
PORTANTO, JUNTA DE FREGUESIA DO VALE DE SANTARÉM,
VALE-SANTARENOS… MAIS UM SUPORTE PARA A DEFESA INTRANSIGENTE DA PRESERVAÇÃO
DESSA ÁRVORE HISTÓRICA: NOSSA, DA REGIÃO, DO PAÍS. DA NATUREZA TODA.
11/06/2014
DESCIDA DO RIO MAIOR-VALA DE AZAMBUJA POR MEMBROS DO MOVIMENTO ECOLOGISTA DO VALE DE SANTARÉM
A situação de mau cheiro que encontrámos foi bem perto da ponte do Vale. Cheiro a dejectos humanos ou de porco. Ao longo de todo o percurso não encontrámos situação semelhante, mas sim uma grande diversidade de objectos de grande porte lançados ao rio, restando saber se lançados na zona onde se encontravam ou se teriam vindo na corrente. Exemplos: mobílias, pneus, frigoríficos, partes de automóveis (como para-choques) e roupas, além de enorme quantidade de objectos de plástico, de diversas dimensões, como garrafões, bidões e garrafas e também materiais vindos das culturas próximas - plástico preto e tubos de rega.
Outra particularidade foi a grande quantidade de salgueiros em pleno leito do rio, alguns de grande porte já, dificultando a navegação. Muitos destes salgueiros são a extensão dos que, estando no cômoro, caíram ao rio, porque o seu caule está carcomido, no cômoro. É bem visível que há muitos anos não há limpeza no cômoro, daí que muitos salgueiros de grande porte, mais inclinados para o rio, provavelmente por acção das cheias, não aguentem e se precipitem nas águas, continuando aí a sua vida.
Outra coisa negativa que encontrámos foi uma mancha enorme de jacintos numa parte específica do percurso da vala, entre a ponte do Ferreira e a ponte de Santana, de tal modo que tivemos de retirar o barco e reiniciar a viagem mais a jusante.
Situação preocupante que encontrámos, do ponto de vista da segurança, foi a da ponte do Ferreira que, num dos seus apoios, mostra desgaste, estando quebradas as pedras de apoio. Decerto precisará de ser analisada esta situação pelas autoridades competentes, de modo a decidir que fazer.
A finalizar, sendo a descida realizada numa altura do ano em que o caudal é maior e, assim, as águas estão menos poluídas, foi possível detectar peixe em movimento, o que já não acontecerá a partir de Junho e durante largos meses, devido ao menor caudal e maior concentração de materiais de poluição, com origem nas suinicultoras e fábricas que não cumprem as regras, assim como as ETAR, como a de Santarém, que tem sido vista como responsável pelas descargas para a ribeira que vem da zona da povoação do Peso: o peixe desaparece, rio abaixo, para não morrer.
Desta viagem fizemos um filme, cuja 1ª parte mostramos em
https://www.youtube.com/watch?v=R6E5NUJHIqI
As duas partes restantes são publicadas em breve.
Até ao fim do ano realizaremos outras acções relacionadas com o rio Maior-vala de Azambuja, de que daremos notícia, algumas das quais são dirigidas à população do Vale de Santarém e a quem quiser participar.
A Coordenação do Movimento Ecologista do Vale de Santarém
Carlos Vieira - Francisco Nascimento Ferreira - José Luís Ramos - Manuel João Sá.
| Descida do rio Maior/vala de Azambuja, pelo Movimento Ecologista do Vale de Santarém - 29 Março 2014. Carlos Vieira e Mário de Oliveira, quando tentavam pôr o motor a trabalhar... sem êxito. |
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Descida do rio Maior/vala de Azambuja,
em 29 Março 2014.,
entre Ponte do Vale de Santarém e Ponte de Santana-Cartaxo
20/05/2014
EM PERÍODO ELEITORAL PARA O PARLAMENTO EUROPEU, REUNIMOS COM O BE- BLOCO DE ESQUERDA
No âmbito das eleições
europeias de 25 de Maio, fomos contactados pelo BE - Bloco de Esquerda, que
manifestou interesse em conhecer a situação do rio Maior/vala de Azambuja e
saber que plano existe, da parte dos Movimentos Ecologistas relacionados com este problema, e também quais as medidas que têm
sido tomadas pelas entidades competentes.
Na sequência desta solicitação decorreu no dia 19 de Maio uma reunião com o BE, na qual estiveram representantes das coordenações do Movimento Ar Puro - Rio Maior, Ecocartaxo - Movimento Alternativo e Ecologista e Movimento Ecologista do Vale de Santarém.
Por parte
do BE estiveram na reunião Helena Pinto, deputada, e Fabíola Cardoso,
candidata às eleições europeias de 25 de Maio, além de outros membros da
estrutura do Bloco, em Santarém. Das informações dadas e das opiniões trocadas
resultou a convicção de ter-se tratado de reunião positiva, tendo em vista os
contributos para a defesa da despoluição do rio.
Tendo as organizações ecologistas o seu campo de acção e objectivos, a sua organização, independência politica-partidária e meios de acção, estas reuniões, úteis em período eleitoral como noutro qualquer, estão pela nossa parte abertas a outros partidos políticos que nisso vejam interesse.
Nas duas 1ªs fotos: a entrada de poluição no rio Maior-vala de Azambuja, sob a ponte de ferro na zona de Asseca, através de vala, vinda da zona da ETAR de Santarém. Na quarta foto, a reunião com o Bloco de Esquerda.
Coordenação do Movimento Ecologista do Vale de Santarém.
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| Vala que transporta para o rio Maior/vala de Azambuja a poluição que vem da zona o Peso - ETAR de Santarém. |
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| A entrada da água poluída no rio Maior/vala de Azambuja, na zona da ponte de Asseca, |
09/05/2014
A SESSÃO-DEBATE DO DIA 26 DE ABRIL DISSE: É PRECISO LUTAR CONTRA A POLUIÇÃO DO RIO MAIOR/VALA REAL DE AZAMBUJA.
Esta sessão foi patrocinada pela Junta de Freguesia do Vale de Santarém, tendo sido aberta pelo seu presidente, pois foi incluída nas comemorações da freguesia relativas aos 40 anos do 25 de Abril. Teve a presença de outros membros da junta e também de elementos de forças políticas - PS, CDU e Bloco de Esquerda.
Contou com a participação técnica de Pedro Guilherme, biólogo, bem como de autarcas relacionados com a região por onde passa o rio Maior. Compareceram: o presidente da Câmara Municipal do Cartaxo e o presidente da Junta de Freguesia de Vale da Pedra, que também usaram da palavra em defesa da causa da despoluição do rio Maior.
Estiveram igualmente presentes, e nela intervieram, diversos membros da direcção da Ecocartaxo e do Movimento Cívico Ar Puro-Rio Maior - organizações igualmente interessadas e actuantes na mesma luta pela despoluição do rio.
Contou com a participação técnica de Pedro Guilherme, biólogo, bem como de autarcas relacionados com a região por onde passa o rio Maior. Compareceram: o presidente da Câmara Municipal do Cartaxo e o presidente da Junta de Freguesia de Vale da Pedra, que também usaram da palavra em defesa da causa da despoluição do rio Maior.
Estiveram igualmente presentes, e nela intervieram, diversos membros da direcção da Ecocartaxo e do Movimento Cívico Ar Puro-Rio Maior - organizações igualmente interessadas e actuantes na mesma luta pela despoluição do rio.
Os principais problemas focados no debate sobre a poluição do rio Maior foram:
- A entrada no rio das cargas poluidoras das fábricas de tomate,
- A entrada no rio das cargas poluidoras das pecuárias - suinicultoras, sobretudo.
- As descargas, sem tratamento, ou com pouco tratamento, da ETAR de Santarém, que vai para o rio Maior através de uma vala da região da povoação do Peso e que desagua na ponte de Asseca, logo após a ponte férrea da linha do Norte, situação que puderam comprovar os participantes no passeio de bicicleta realizado no dia 25 de Abril
- As descargas vindas da zona de Santarém, que entram no rio Maior através da ribeira das Fontainhas
- Os mantos de jacintos, que cobrem as águas em determinados pontos do rio, impedindo a entrada do sol
- A acumulação e despejo de lixos diversos (de grande porte, até) nas margens e no rio, como caixas, plásticos, tubos de rega, frigoríficos, partes de mobília, partes de carros, roupas, garrafas, de tudo um pouco
- A entrada no rio de esgotos urbanos sem qualquer tratamento, vindos de ribeiros de povoações próximas.
- A falta de limpeza do cômoro do rio - em alguns pontos os silvados impedem a progressão, os salgueiros mortos ou partidos atravessam-se no caminho.
Por parte das três organizações ecologistas presentes - Ecocartaxo, Movimento Ar Puro-Rio Maior e Movimento Ecologista do Vale de Santarém - foi assumida a continuação da denúncia e organização planeada conjuntamente de acções, tendo em vista livrar o rio Maior da poluição de que sofre.
A finalizar a sessão, por parte dos responsáveis da Junta de Freguesia foi dado relevo à criação do Movimento Ecologista do Vale de Santarém, garantindo a disponibilidade para apoiar as acções destinadas a melhorar o panorama de defesa do ambiente e da despoluição do rio Maior.
Publicam-se algumas fotos da sessão.
| Manuel João Custódio, presidente da Junta de Freguesia do Vale de Santarém, na abertura da sessão. |
| Participantes no início da sessão. |
| Manuel João Sá, do Movimento Ecologista do Vale de Santarém, na sua intervenção inicial. |
| Na exposição sobre os problemas de poluição do rio Maior/vala real de Azambuja. |
| Pedro Guilherme, biólogo, falando sobre a poluição dos cursos de água, os comportamentos dos seres humanos e das organizações que promovem essa poluição e suas graves consequências. |
| Vale-santarenos e outros interessados, que participaram no debate. |
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Comemorações 25 Abril-40 anos no Vale de Santarém,
Poluição no Rio Maior/Vala Real-Sessão Pública
08/05/2014
RIO MAIOR/VALA REAL DE AZAMBUJA LIVRE DE POLUIÇÃO, FOI O LEMA NO PASSEIO DE BICICLETA DE 25 DE ABRIL
Foi com um grupo de
pouco mais de 40 participantes que se realizou no dia 25 de Abril o passeio de BTT e outras
bicicletas organizado pelo Movimento Ecologista do Vale de Santarém. Animados,
com capacidades físicas e técnicas em bom estado, fizeram-se ao percurso pouco
passava das 10 da manhã. No grupo, o menos jovem, de 75 anos (José Júlio)
pedalou ao lado da mais jovem (Mariana, de 5 anos) e muitos foram os jovens que
participaram. Depois de quase 20 Km, a maior parte do tempo com o rio Maior/vala
Real de Azambuja à vista, o grupo terminou o percurso pelas 12H00 pelo que,
após o banho, se seguiu o almoço, na zona verde-Jardim Público do Vale de
Santarém, onde aliás, nas comemorações dos 40 anos do 25 de Abril decorria,
desde cedo, um conjunto de actividades com muitos participantes.
O passeio foi subordinado ao tema "rio Maior/Vala Real de Azambuja livre de poluição" e, durante o percurso, o mau cheiro vindo das águas negras de uma ribeira que desagua no rio, sob a ponte da linha férrea do Norte, provou que este objectivo faz todo o sentido, dado o estado de poluição bem visível.
Nas fotos, o momento da partida e de regresso ao Vale e, já depois da chegada, durante o almoço. Além destas, mais duas da vala que descarrega poluição no rio, vinda da zona da ETAR de Santarém.
Saliente-se a boa disposição e agradável participação de muitos vale-santarenos, onde os jovens constituíram grande grupo. Esta realização contou com a colaboração particular de Paulo Monteiro, na organização, que muito se agradece. Tudo decorreu a contento e, no fim, foi manifestado por muitos que a nota a destoar foi o mau cheiro que saía do rio. Por isso, também foram muitos os que disseram estar preparados para mais jornadas deste tipo.
O passeio foi subordinado ao tema "rio Maior/Vala Real de Azambuja livre de poluição" e, durante o percurso, o mau cheiro vindo das águas negras de uma ribeira que desagua no rio, sob a ponte da linha férrea do Norte, provou que este objectivo faz todo o sentido, dado o estado de poluição bem visível.
Nas fotos, o momento da partida e de regresso ao Vale e, já depois da chegada, durante o almoço. Além destas, mais duas da vala que descarrega poluição no rio, vinda da zona da ETAR de Santarém.
Saliente-se a boa disposição e agradável participação de muitos vale-santarenos, onde os jovens constituíram grande grupo. Esta realização contou com a colaboração particular de Paulo Monteiro, na organização, que muito se agradece. Tudo decorreu a contento e, no fim, foi manifestado por muitos que a nota a destoar foi o mau cheiro que saía do rio. Por isso, também foram muitos os que disseram estar preparados para mais jornadas deste tipo.
| Passeio de BTT - 25 Abril 2014 - pela despoluição do rio Maior-Vala real de Azambuja. Momento da partida, na zona verde-jardim público do Vale de Santarém. |
| Paseio de BTT-25 Abril 2014 - Pela despoluição do rio Maior-Vala real de Azambuja - Regresso ao Vale de Santarém. |
| Passeio de BTT - 25 Abril 2014 - pela despoluição do rio Maior-Vala real de Azambuja. À espera do almoço, após o passeio. |
| Passeio de BTT - 25 Abril 2014 - pela despoluição do rio Maior-Vala real de Azambuja. À espera do almoço, após o passeio. |
| Passeio de BTT - 25 Abril 2014 - pela despoluição do rio Maior-Vala real de Azambuja. À espera do almoço, após o passeio. |
| Passeio de BTT - 25 Abril 2014 - pela despoluição do rio Maior-Vala real de Azambuja. Durante o almoço. Paulo Monteiro, 1º a contar da direita, foi um dos organizadores do passeio. |
| Passeio de BTT - 25 Abril 2014 - pela despoluição do rio Maior-Vala real de Azambuja. Participantes no passeio, após o almoço. |
| Passeio de BTT - 25 Abril 2014 - pela despoluição do rio Maior-Vala real de Azambuja. A entrada no rio Maior das águas que vêm da ETAR de Santarém. |
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